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A edição 2018 do Projeto Smash ou Smash Project, como é nomeado pela professora de Língua Inglesa do Campus Formiga, Thaís Lopes Reis, foi realizada no dia 27 de junho e, mais uma vez, mostrou a capacidade de criatividade dos estudantes da instituição.

A professora conta que o Smash Project foi criado a partir de uma série da televisão americana, chamada “Smash”, exibida pela NBC no ano de 2012. Em síntese, as personagens de Smash passam a criar um musical com o intuito de leva-lo à Broadway, almejando oTony Award, o maior prêmio do teatro americano. “Ao percebermos o processo árduo de criação de uma peça, com todos os detalhes provenientes disso, pensamos ser interessante adaptarmos a ideia da série à realidade do IFMG - Campus Formiga”.

Para caracterizar o projeto como integrador, foi feita uma parceria com a professora Simone Meurer, da disciplina de Educação Física, que auxiliou os alunos durante os ensaios das peças. O projeto também contou com o excelente trabalho desempenhado pelos alunos Igor Ferreira e Mateus Miranda, diretores e produtores das peças "Happily ever after" e "The IFer diaries: Class Council", respectivamente. 

“Como projeto de extensão, nosso objetivo final foi levar à comunidade, apresentações teatrais de qualidade, mostrando um pouco do trabalho desenvolvido pelos alunos e professores do IFMG - Campus Formiga. Para que a noite das apresentações pudesse acontecer, foi necessária a venda de ingressos antecipados, uma vez que o projeto não teve recursos para cobrir todos os custos advindos de dois musicais. Portanto, se tivermos que pontuar a maior dificuldade de execução do projeto, angariar recursos é, com certeza, a maior delas. Vale ressaltar que o projeto não teve fins lucrativos. Toda a quantia da venda de ingressos foi direcionada para as despesas com o auditório, iluminação, caracterização das personagens e cenário”, detalha a professora.

Thaís finaliza afirmando que, apesar de toda a dificuldade, o Smash Project valeu a pena, pois levou os alunos a adquirirem a habilidade de trabalhar em grupo, de dividir e delegar tarefas, a serem  criativos e desenvolverem sua expressão corporal. “Dava pra ver a alegria estampada no rosto dos alunos e dos convidados durante as apresentações e não há nada mais valioso que a sensação de dever cumprido”, concluiu. 

    

  

  

  

 



 
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