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Mesmo com a suspensão temporária das atividades acadêmicas durante a pandemia da Covid-19, a Pró-reitoria de Ensino (PROEN) por meio da Diretoria de Assuntos Estudantis (DIRAE) tem continuamente buscado estratégias para atender todos os estudantes do IFMG em situação de vulnerabilidade socioeconômica a fim de garantir a permanência na instituição. 

Com a implantação da plataforma digital de Seleção da Assistência Estudantil (SSAE), em janeiro de 2019, resultado de parceria entre a DIRAE e do professor Eduardo Melo, do Campus Bambuí, o IFMG tem tido grande êxito na continuidade do lançamento dos editais referente aos auxílios previstos na Política de Assistência Estudantil. 

Segundo o diretor de Assistência Estudantil, Paulo Lourenço, mesmo com a interrupção das atividades presenciais, a plataforma SSAE permitiu que os impactos provocados pela pandemia do novo coronavírus fossem significamente menores no que se refere aos processos desempenhados pela DIRAE no atendimento dos estudantes com maior vulnerabilidade social. 

“A plataforma permite a interação virtual entre o assistente social e os estudantes durante o processo de análise socioeconômica, dispensando assim, qualquer tipo de contato presencial e reduzindo significativamente o tempo de análise dos processos, gerando maior agilidade no atendimento do público-alvo”, disse ele.

Velocidade traduzida em números

Com a digitalização dos processos relativos aos editais da assistência estudantil, a DIRAE em conjunto com o Núcleo de Assistentes Sociais do IFMG já finalizou 28 editais da assistência estudantil - entre regulares e de renovação - e possui em andamento mais quatro editais. Com 4.063 estudantes inscritos, a equipe de assistentes sociais já analisou 3.627 pedidos, resultando na concessão de 2.284 auxílios até o momento.

Tal medida permitiu que em todos os campi do IFMG houvesse pelo menos um edital regular finalizado para atendimento dos estudantes que estivessem em situação de grande agravo financeiro e social. 

O pró-reitor de Ensino, Carlos Bento, destaca a capacidade que o IFMG teve ao manter e garantir todos os processos de atendimento aos estudantes em maior vulnerabilidade social. “Podemos afirmar que esta foi uma importante ação que nos ajudou a mitigar os efeitos provocados pela pandemia do novo coronavírus no que tange ao processo formativo dos nossos estudantes”, ressaltou.

A DIRAE ainda ressalta que a fim de garantir o acesso dos estudantes aos editais que foram lançados durante o período de isolamento, todos os prazos que estavam previstos foram flexibilizados, de modo a não gerar prejuízos aqueles que necessitam de orientação presencial, e que por conta da interrupção das atividades precisaram ser realizadas por meio de contato telefônico ou e-mail. Este  serviço foi realizado pelos setores responsáveis pela assistência estudantil nos campi. 

Além disso, outras estratégias de contato com os estudantes foram traçadas, tais como orientação e assessoria via Núcleo de Assistentes Sociais sobre o acesso às demais políticas governamentais que possibilitem a diminuição dos agravos provocados pela pandemia. O diretor de assistência estudantil, Paulo Lourenço, ainda ressalta que o núcleo está dando suporte aos campi que não possuem assistente social em seu quadro. “A ação conjunta em parceria com os núcleos de apoio ao educando tem contribuído fortemente para que todos esses processos sejam cada vez mais inclusivos”, disse Lourenço. 

Dia do Assistente Social

Oportunamente, hoje dia 15 de maio, o IFMG vem parabenizar todos os assistentes sociais pelo seu dia. O assistente social é uma profissão que há mais de sete décadas vem atuando  no conjunto das desigualdades sociais presentes  na sociedade de forma crítica e interventiva. Este profissional busca através do seu conhecimento amplo sobre a realidade, encontrar  estratégias  na direção do seu projeto político-profissional para a transformação da realidade.

E sobre os desafios educacionais enfrentados durante a Covid-19, Paulo Lourenço é enfático ao dizer que as instituições necessitam constantemente criar estratégias capazes de defender o acesso à todos a uma educação pública e de qualidade. “O assistente social, através do seu código de ética é chamado a colaborar nessas estratégias”, destacou.



 
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