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O professor Bruno Ferreira, coordenador do projeto, e o egresso Renan Airton

O IFMG - Campus Formiga se orgulha por ter muitos de seus alunos que ingressaram, de forma brilhante, no mercado de trabalho ou na formação continuada, em cursos de pós-graduação. E quando o mercado de trabalho se abre dentro da própria instituição e é ocupado por ex-alunos, a satisfação é enorme. Vários egressos já passaram em processos seletivos/concursos para professores ou técnicos administrativos do Campus, de estudantes se tornaram funcionários. O Polo de Inovação do IFMG, que está localizado no Campus Formiga, também está recebendo ex-alunos. Além do professor visitante João Paulo Fernandes de Cerqueira César, egresso de Ciência da Computação, o Polo conta agora com o Renan Airton, do mesmo curso, que foi contratado para trabalhar em um projeto coordenado pelo professor Bruno Ferreira.

Renan fala de como é trabalhar na instituição que estudou. “Além de ter sido uma grande alegria, também senti uma grande realização pessoal, pois, conseguir trabalhar ao lado dos professores que te ensinaram durante tantos anos e ainda fazer isso logo após ter formado, é com certeza uma ótima recompensa para o esforço que temos durante o curso. Quero salientar que oportunidades assim são realmente um diferencial no campus e que os alunos precisam se atentar a elas durante o curso. A trajetória da carreira do aluno não começa quando ele se forma, e sim quando ele ingressa”.

Ele conta que, para participar do processo seletivo, fez alguns cursos para complementar os conhecimentos específicos na área requisitada na descrição da vaga ofertada, por isso considera que um diferencial para sua escolha foi a dedicação durante o curso. “Todos os alunos têm grande potencial e é importante sempre mostrar isso, pois assim, os professores conseguem indicar os alunos para área que eles se encaixam melhor ou, no meu caso, avaliar o quão bem você se sairia em determinadas situações. Como eu havia formado recentemente, não possuía muita experiência com o mercado de trabalho, mas acredito que já havia demonstrado que possuía um potencial de aprendizado e dedicação que me ajudaram no momento do processo de seleção”.

O projeto “Carro verde: um arcabouço de coleta e descoberta de informações na Web” em que o egresso trabalha juntamente como professor Bruno, tem o desenvolvimento sigiloso por se tratar de pesquisa/inovação, mas envolve a implementação de um protótipo de descoberta e coleta de informações na Web.

Sobre a expectativa para o projeto em que está trabalhando com o professor Bruno, ele afirma que “a equipe toda é muito capaz, séria e muito fácil de trabalhar e isso proporciona um ambiente amigável onde tudo flui da melhor maneira possível. Consequentemente as expectativas são de finalizar o projeto com sucesso, adquirir conhecimento na área de desenvolvimento e obter experiência para ingressar em outros lugares”. 

Importância da formação para Renan

“No curso de Ciência da Computação nós somos sempre instigados a abstrair a solução de problemas a partir dos conhecimentos adquiridos gradualmente no decorrer do curso. É claro que não somos capazes de armazenar todo conteúdo que aprendemos, porém, todos os fundamentos necessários para um cientista da computação foram ensinados e solidificados como base para o pensamento lógico dos alunos. Toda decisão, caminhos a serem seguidos, maneira de implementar as funcionalidades do projeto, planejamento e etc., tudo é feito com base no que foi aprendido durante o curso, desde o desenvolvimento de uma interface para o usuário, até a implementação de módulos mais complexos e de mais baixo nível, o conteúdo ensinado está sempre presente”.

Ele considera que, além de trabalhar também está adquirindo novos conhecimentos/aprendizados. “Trabalhar com um problema real dentro de uma equipe difere dos trabalhos feitos em sala de aula. O tempo todo é necessário pesquisar por novas maneiras de lidar com diferentes problemas, analisar tecnologias e onde elas se encaixam. Às vezes é necessário trocar uma tecnologia que já estava sendo utilizada por outra que seria mais apropriada naquela determinada situação. Então, além de experiência e novos aprendizados, também se adquire um senso crítico sobre quais ferramentas se encaixam melhor na solução de determinado problema”.

Enquanto aluno, Renan participou de projetos de pesquisa e acredita que eles contribuem para a melhor formação do estudante. “Eu participei de um projeto de iniciação científica com o título “Desenvolvimento de uma pedaleira de efeitos para guitarra utilizando microcontrolador de plataforma aberta”, que consistia em desenvolver e acoplar um hardware (shield) ao arduino que possibilitasse a conversão do sinal analógico em digital e vice-versa e, utilizar linguagem de programação para realizar o processamento digital do sinal, criando efeitos para a guitarra (efeitos estes que estão presentes na maioria das músicas que ouvimos). O desenvolvimento deste projeto contribuiu com diversas formas para a minha formação, desde a escrita dos relatórios até a exploração de uma área que não tem muita ênfase no curso (processamento digital de sinais e eletrônica). Isso me auxiliou bastante durante o curso e no desenvolvimento do meu Trabalho de Conclusão de Curso. Sem dúvidas é uma maneira de o aluno explorar áreas novas ou aprimorar o conhecimento na área que ele já domina”.    



 
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